GUIA DOS DJ's

Guia dos dj's tras para vc's as melhores materias sobre tendencias diversas da e-music e principalmente vertentes da musica eletronica, além de novos programas e apostilas de técnicas
Mostrando postagens com marcador Equipamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Equipamentos. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de setembro de 2009

NOVA LINHA - KORG NANO


Séries KORG nano. Estes finíssimos controladores auto-alimentados por USB são desenhados para tirar o máximo de espaço valioso no seu estúdio e são suficientemente pequenos para irem consigo para qualquer lugar, a qualquer hora. Coloque um em frente do seu laptop, outro por cima da sua workstation e um ao lado do mixer – ou qualquer outro local onde necessite de um controle versátil sobre a sua DAW, instrumento virtual, efeitos ou até mesmo software DJ. Pequenos apenas no tamanho, todos os 3 controladores tornam-se gigantes no que toca à funcionalidade, ainda que os layouts intuitivos permitam uma utilização extremamente fácil para quaisquer utilizadores.

A KORG para mostrar que não se esqueceu de nada, criou ainda paralelamente a estes 3 produtos, 2 extras essenciais: O nanoHUB e a nanoBAG que permitem respectivamente a ligação USB e transporte de todos estes dispositivos. Adquira já o seu na loja da DJ BAN.





Características Técnicas:
- 25 teclas com Velocity e 4 tipos de Velocity Curve.
- Botão Modo CC. Botão Mudança de Oitavas (+/-).
- Botões Pitch (Up/Down).
- Botão Modulação.
- Ficha mini-USB / auto-alimentado.
- Dimensões (mm): C 320 / L 83 / A 14.
- Peso: 220 gr

- 9 Controladores Rotativos / 9 Faders / 18 Botões.
- 6 Botões Transporte: RW-Play-FF-Loop-Stop-Rec.
- 4 Botões SCENE c/memória.
- Ficha mini-USB / auto-alimentado.
- Dimensões (mm): C 320 / L 82 / A 29,5.
- Peso: 290 gr

KORG nanoPAD.
- 12 Pad Triggers com Velocity e 4 tipos de Velocity Curve.
- X/Y Pad.
- Botão ROLL.
- Botão FLAM.
- Botão HOLD.
- 4 Botões SCENE c/memória.
- Ficha mini-USB / auto-alimentado.
- Dimensões (mm): C 320 / L 82 / A 16,5.
- Peso: 330 gr



Matéria retirada e editado do site da DJ BAN, produtos disponiveis na LOJA VIP DJ BAN

Downloads Completos

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Numark DM950 USB, mixer e placa de SOM para Virtual DJ.

Você que procura uma solução bem em conta para ter controle dos volumes no Virtual DJ com um único equipamento, conheça o DM 950 USB da Numark. Com ele, você tem além de um mixer básico, controle do VDJ (áudio) e conexões USB para gravar suas músicas ou sets sem gastar com placas de áudio, além de se poder ligar a ela um toca discos ou algum tocador de fita cassete e digitalizar seu acervo sem gastar com terceiros.

CARACTERÍSTICAS:

Downloads Completos

Samsung DJ Fantasy

A Samsung não para por aí na sua linha DJ :O Samsung DJ Fantasy permite que você viva a vida de um top DJ. Isso mesmo. Com direito a limosine e escolta pra entrar no clube!

Assim que entrar, pode dar uma olhada na sala VIP, dançar com quem quiser, ir até a cabine e ser o próprio DJ da festa.

Tudo isso é possível através de aplicativo My Fantasy e da interface Q1 Ultra, a próxima geração de computadores móveis. É um intermédio entre o Tablet PC e o PC de bolso.

Quem endorsa o projeto é o conceituado DJ Cut Chemist.

Sem previsão de lançamento no Brasil. Enquanto isso, se realmente quiser dar os primeiros passos na carreira, recomendamos um curso de DJ.



O mais curioso é que em 1995, a diretora Kathryn Bigelow lançou o filme Estranhos Prazeres que tem como tema a venda de clipes de experiências digitais onde as pessoas vivem virtualmente a situação que escolher.

E assim a vida imita a arte.

Quero que os DJ's deixem sua opnião a respeito do assunto !!!

Matéria retirada e editada do site da DJ BAN

Downloads Completos

Sansung Beat DJ




Não, esse não é o nome de um top DJ asiático.
É a Samsung que está cada vez mais envolvida com a geração do culto ao clube. Quem já não viu ou ouviu falar do novo celular que promete fazer de vc um DJ com um simples toque na tela?
Fazer scratches, loops e aplicar efeitos na música como se vc estivesse diante de um set up de uma cabine de som?

“Você poder se tornar um DJ se comprar o nosso celular!”.
É que o marketing da empresa sul-coreana parece sugerir com o lançamento do novo Samsung Beat DJ, a estrela da campanha por ser o único com “funções para DJ”, que junto a outros três modelos (Beat Twist, Beat Pop e Beat Disco) compõe a série Beat Edition.


Com design moderno, full touch screen, conta com entrada USB e outra para fones de ouvido (P2). A definição de imagem dele é incrível (mesma tecnologia usada nos televisores da Samsung), câmera de 3 megapixels que acompanha o recurso Share Pix.
Vem com Beat ID (recurso que identifica a música do ambiente) e Beat Tag, que verifica os dados corrigindo informações sobre a data, artista e álbum.

Quando selecionado o recurso “Beat DJ”, aparece no meio da tela um disquinho onde vc pode praticar suas habilidades como “turntablist” (duvido muito!) e possibilita a aplicação de uma série de efeitos como flanger, reverse, reverb, loop, lowpass, bandpass, tempo change, highpass e pitch shift.
Os falantes são poderosos para um celular, graças a Bang & Olufsen.
E dá pra telefonar também.
Reportagem tirada do site da Dj Ban e complementada pelo site da Sansung

Downloads Completos

domingo, 16 de agosto de 2009

Controles MIDI/USB profissionais



Após a era do computador, vários produtos surgiram deles ou para eles, na música. Há décadas o computador está presente, e há alguns anos softhouses começaram a desenvolver softwares de mixagens para DJs. Hoje existem grandes fabricantes, tradicionais ou não, da área de música e/ou informática que estão desenvolvendo produtos para DJs. Entre estes produtos, estão os controles USB/MIDI para softwares de mixagem. Muitos estão começando a se "estapearem" e a provocar uma guerra para conquistar o mercado, e muito provavelmente, felizmente, provocarão uma queda considerável de preço e/ou o melhoramento significativo das tecnologias. Com esta briga, já existem diversos tipos de controles, alguns basicamente joysticks (MIDI/USB) para softwares profissionais de DJ, permitindo inclusive mixar vídeoclips. Outros são também placas de som de boa qualidade sonora que satisfazem plenamente as necessidades de várias categorias profissionais de DJs.
Alguns são mais completos com funções do mixer, players e para efeitos. Alguns controles para DJs tem seu próprio software de mixagem, mas também podem ser configurados e utilizados softwares de terceiros, quando ambos são compatíveis e trabalham com protocolo MIDI (Musical Instrument Digital Interface/ interface digital de instrumento musical). Apesar de simularem bem os equipamentos tradicionais, e até em muitos recursos e funções superar vários equipamentos padrões de mercado, os controles estão apenas engatinhado. Existem tecnologias que permitem criar controles ainda melhores, com operacionalidade mais confortável, mais precisos e resistentes que os atuais e com preços similares. Há tecnologia que permite inclusive criar controles para DJs que simulam completamente o uso dos toca-discos, com prato giratório motorizado, que mantém o modo tradicional de se tocar, e


com a mesma sensibilidade dos toca-discos convencionais. Um pouco mais caros que alguns controles atuais, porém muito mais baratos, versáteis, leves e práticos que muitos dos equipamentos convencionais e de sistemas (controles) que utilizam Timecode. Alguns produtos são ruins, imprecisos, com design desconfortáveis, propícios a acidentes entre outros problemas. Já outros, superam os principais equipamentos convencionais profissionais para DJs do mercado. Entre os principais problemas de vários modelos de controles para DJs estão o posicionamento e/ou tamanho dos controles de algumas funções, o que propícia acidentes e desconforto operacional. Outro problema que ocorre também em alguns equipamentos convencionais para DJs é o tamanho do potenciômetro do controle de velocidade, que na maioria dos controles são pequenos demais tornando-os imprecisos. Além do problema de posicionamento, um dos recursos importantes para alguns DJs de algumas especialidades que ainda deixa muito a dever nos controles, é o scratch. A simulação do scratch ainda é muito artificial e imprecisa na maioria dos controles que possuem este recurso. Porém alguns fabricantes estão disponibilizando controles, pratos estáticos (sem motor), com a tecnologia de superfície sensível ao toque (a mesma já aplicada em equipamentos convencionais e que permite fazer o scratch com a mesma qualidade, perfeição e em tempo real, que nos toca-discos convencionais). Alguns controles mesmo ainda com algumas deficiências, dependendo da necessidade técnica do DJ, substituem plenamente até mesmo equipamentos convencionais profissionais top de linha do mercado. Com custo menor que muitos equipamentos convencionais, oferece ainda diversas funções e recursos, e dependendo do controle e/ou do softwares utilizado, terá até mais recursos e efeitos que muitos equipamentos convencionais top de linha (MP3 Player, Mixer e Processador de efeitos). Com a velocidade que a indústria vem desenvolvendo novos modelos de controles para DJs, em breve
teremos controles que reúnam, conforto, precisão, resistência operacional, bom acabamento visual, recursos, qualidade, praticidade e claro, preço. Apesar de estarem apenas engatinhando, estão evoluindo rapidamente, e a maioria dos controles são muito versáteis, pois apesar de terem sido criados originalmente para softwares profissionais para DJs, podem ser também configurados e utilizados em muitos software de produção e/ou performance musical ou de vídeo, em funções que aceitam controle MIDI. Alguns controles permitem somar seus recursos a outros, de marcas e ou modelos diferente, trabalhando juntos, em um mesmo software. Muito útil para softwares que tem muitas funções e recursos. Além disso, é possível também usar mais de um software e controle ao mesmo tempo em um mesmo computador, dependendo apenas do poder da máquina e da compatibilidade entre eles, e claro, do conhecimento de informática musical (computer music) do usuário ou do técnico que instala e configura o sistema. Ao adquirir qualquer tipo de produto para DJ, avalie suas necessidades técnicas, disponibilidade econômica, e daí pesquise preços, recursos e funções. No caso de controle de mixagem para DJs, se vêm com software próprio, verifique também os recursos e preços de softwares de terceiros, compatíveis, opcionais ao que vem com o controle escolhido, pois normalmente é uma versão mais básica. E não deixe de comparar tudo, prós, contras e custos, com um equipamento convencional, antes de investir.

Alguns dos controles




















































Downloads Completos

Pitch, master tempo, pitch lock, keylock?

Devido a falta de informação, conhecimento e consequentemente a má utilização por quem está começando, quanto a algumas funções e recursos especiais dos equipamentos para DJs, senti a necessidade de apresentar melhor uma das funções mais importantes e difíceis de dominar por quem está iniciando. Nos toca-discos (turntables), CD / MP3 players e softwares profissionais de mixagens para DJs, existe um controle para manipular a velocidade, permitindo acelerar ou desacelerar a música. Este controle é erroneamente conhecido como “pitch" control. A função deste controle é permitir que os DJs sincronizem duas músicas relativamente próximas, quanto a velocidade. Nos toca-discos o “pitch” control acelera / desacelera a rotação do motor, o que faz a música tocar mais rápida ou mais devagar. O controle de velocidade permite ao DJ sincronizar duas músicas que tenham velocidades próximas, mas não são / estão iguais. Durante muitos anos, o controle de velocidade era limitado, e só permitia alterar a música em mais ou menos 8%, para mais ou para menos. Devido a uma distorção provocada nos tons da música, quando se altera a velocidade da mesma, altamente perceptível nos sons de freqüência média, principalmente nos vocais, os DJs evitavam trabalhar com músicas que tivessem mais de 5% de diferença de velocidade entre si. Algumas músicas que alteravam de 3 a 4% na velocidade, já tornava a sonoridade estranha. Quanto maior a alteração de velocidade, mais perceptível fica a alteração dos tons. Aproveitando o assunto, gostaria de esclarecer que muitos, provavelmente por falta de estudos e pesquisas quanto as necessidades dos DJs (fato comum nesta e em muitas outras áreas), a indústria batizou o controle de velocidade justamente com o nome do efeito inconveniente provocado quando se manipula a velocidade da música, ou seja, “pitch” é um nome inadequado a real função do controle, pois pitch em inglês quer dizer “tom”, como mostrado. O nome mais adequado, correto para o controle seria “speed” já que o objetivo dele é trabalhar a velocidade da música, e não o tom/pitch.
Durante mais de duas décadas, da criação dos toca-discos com controle de velocidade (speed control) até a década de 90, os discotecários / disc-jóqueis conviveram com a limitação da velocidade. Na década de 90 surgiram os primeiros players digitais (CD) profissionais para DJs, com isso, surgiram novos recursos e tecnologias. Uma delas permitiu desenvolver um “filtro” / algoritmo que “eliminava” / compensava a “distorção”, alteração do pitch (tom) quando se manipulava a velocidade da música. O filtro inicialmente recebeu do seu criador o nome de master tempo (MT). Mais tarde outros fabricantes desenvolveram seus próprios filtros e cada um batizou com um nome, pitch lock, keylock, entre outros, mas todos com o mesmo objetivo. O uso do filtro é opcional, pode ser ligado ou desligado quando quiser. Normalmente se desliga para permitir o uso da distorção como efeito em algumas performances (apresentações), como o scratch que depende 100% da distorção, mudança de tom. As primeiras versões do filtro eram falhas, permitiam acelerar/desacelerar a música somente até mais ou menos 8%, para mais ou para menos, sem a distorção. Graças a rápida evolução tecnológica, hoje é possível em alguns equipamentos e softwares acelerar mais de 30% ou desacelerar mais de 20% sem que haja alteração na sonoridade, o que é muito bom para quem sabe usar corretamente este recurso. Com o filtro a própria música passou a impor as limitações, algumas poucas permitem ser aceleradas até mais ou menos 20%, permitindo praticamente criar uma nova versão só por acelerar ou desacelerar. Para poder abusar do filtro e muitos outros recursos e tecnologias existentes hoje, depende apenas de ouvido, bom senso e dominar tecnicamente (sonoridade e estrutura) a matéria prima do DJs, a música e seus sons.
O filtro foi uma grande evolução, que permite criação de novas técnicas. Com ele e outras tecnologias, a indústria ampliou o percentual de manipulação do controle de velocidade dos equipamentos. Apesar de ainda ter limitação quanto as sonoridade e ainda não ser útil para muitas especialidades/categorias de DJs, útil apenas para alguns em algumas performances, em alguns equipamentos é possível configurar em uma das várias opções de 4% até 100%, ou seja, permite dobrar ou zerar completamente a velocidade da música.
O poder concedido ao controle de velocidade proporcionado pelas novas tecnologias que possibilitam combinar músicas com maior diferença entre si (de velocidade) como mostrado acima, provoca a diminuição da precisão no sincronismo entre duas músicas. Quanto maior for o percentual configurado no controle de velocidade, menor será a precisão do mesmo. A situação piora ainda mais com a diminuição do tamanho físico do controle de velocidade de alguns fabricantes, que ao invés de usar o potenciômetro (componente eletrônico) de 100mm utilizam o de 60mm, ou até menor. Equipamento com baixa precisão torna-se operacionalmente menos confortável, conseqüentemente menos profissional, e sendo rejeitado pela maioria dos profissionais.

Downloads Completos

TOCA DISCOS -- Características


Onde tudo começou, e é até hoje mantido e venerado por muitos DJs. Sendo com certeza a mais conhecida e usada por DJs de todo o mundo, a Technics MKII (SL1200 / 1210), é um verdadeiro fenômeno, um clássico. Porém hoje, vários fabricantes estão investindo e apostando na sobrevivência do vinil. Empresas como Vestax, Denon, Gemini, Numark, entre outras, colocam no mercado toca-discos profissionais para DJs, tentando igualar ou até superar a qualidade da até então imbatível SL1200 da Technics. Os toca-discos profissionais possuem vários sistemas que as diferenciam dos toca-discos comuns. Entre estas diferenças está o directdrive, sistema onde prato e motor estão ligados diretamente em uma única peça, ou seja, este sistema não utiliza correia entre o motor e o prato para girá-lo. Alguns toca-discos profissionais de baixo custo utilizam correia de borracha, ligando o prato ao motor e recebem o nome de belt drive. Os toca-discos belt drive são menos usados devido a ser mais fraco quanto ao torque do prato e ter consequentemente uma resposta mais lenta do prato em comparação com os toca-discos direct drive de boa qualidade. Estes toca-discos são utilizados hoje apenas por DJs iniciantes, amadores e ou com baixo poder aquisitivo. Outro sistema muito importante encontrado nos toca-discos para DJ’s é o pitch. Com ele controla-se a velocidade do motor (prato) para aumentar ou diminuir a velocidade de reprodução da música, principal recurso dos DJs.
Os toca-discos tem dois componentes que não poderia deixar de citar devido a sua importância: as cápsulas e as agulhas, componentes estes que o DJ deve escolher o mais adequado a sua técnica, necessidade e pela qualidade.

Matéria copiada e editade de X-Treme

Downloads Completos

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Native Instruments: Audio DJ 2 – Menor interface USB para DJs

Berlim, 21 de Julho. A Native Instruments anunciou a menor interface USB, a AUDIO 2 DJ, para DJs. Mantendo a mesma qualidade e desempenho de áudio como o aclamado AUDIO 8DJ e AUDIO 4 DJ, interfaces que são utilizadas pelos Djs profissionais clubes mundiais, a DJ AUDIO 2 oferece aos usuários do software Traktor DJ e outros um único equilíbrio de qualidade, tamanho e preço.
Com uma tamanho não maior que um baralho de cartas, o AUDIO 2 DJ literalmente se encaixa no bolso. Ao mesmo tempo, é possível acomodar os mais exigentes sistemas dos Clubes devido ao seu conversor studio-grade 24bit/96kHz Cirrus Logic e seu amplificador especial de alta potência, capaz de entregar um pristine +9.7dBu de sinal de áudio.



A robustez da baixa latência dos drivers para Windows e Mac OS X que permitem a resposta necessária ao DJs para mixagens exigentes. As duplas saídas estéreo do AUDIO 2 DJ fornecem a conectividade necessária para encaminhar dois decks separadamente em um Mixer externo, ou para saída master independente ou sinal de CUE quando mixando em um software. Incluídos dois cabos RCA break out formam um set-up rápido e conveniente, tornando AUDIO 2 DJ a interface de áudio ideal para DJs que viajam e que não querem comprometer a performance e qualidade




Previsão de lançamento: Setembro 2009. Fonte: Native-Instruments.
Distribuidor oficial Native Instruments no Brasil: Quanta. Produto em breve na Loja Vip DJBAN

Downloads Completos

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Curso de Caixas Acústicas -- Os Woofers


Uma boa caixa de som tem pelo menos dois alto-falantes. Não existe um unico alto-falante que consiga “falar” graves, médios e agudos*. Na verdade, para termos todas essas freqüências precisaremos de vários alto-falantes, cada um especializado em uma única faixa freqüência (às vezes mais de uma). Cada alto-falante diferente em uso é chamado de “via”. Uma caixa de “2 vias” tem dois falantes diferentes, uma caixa de “3 vias” tem três falantes diferentes. Existem sonofletores comerciais de até “5 vias”, mas nada impede um sistema com 10 vias, por exemplo.

Caixa acústica residencial de 3 vias. O maior falante é o woofer (graves), o menor é o tweeter (agudos) e o de tamanho médio é o mid-range (médios). Abaixo do tweeter, dois controles de volume, um para o médios e outro para os agudos. Caixa Polivox Vox 100, fabricada no final da década de 1970. Na época, uma das melhores fabricadas no Brasil.

Nos primórdios da sonorização ao vivo, havia somente os alto-falantes Full-Range (“freqüência toda”). Esses falantes tentam “falar” (reproduzir sons) graves, médios e agudos, obviamente sem muito sucesso. Quando muito, algo em torno de 100Hz a 10KHz, adequado para a voz (e ainda assim muito mal, com muitos médios e poucos graves e agudos). Modernamente, não dá para se falar em sonorização profissional com caixas de uma única via. Apesar dos full-range não servirem para P.A., eles ainda são muito usados em pequenos microsystems, caixinhas de som para computadores, falantes de televisão, etc. São baratos, e pequenos, já que nesses dispositivos o espaço disponível é sempre pouco. Dão conta do recado porque 90% da informação sonora de uma música está na faixa que eles conseguem responder. Mas os outros 10% fazem uma diferença enorme...

Cada tipo de alto-falante é fabricado para atender a uma determinada faixa de freqüência. Os woofers falam os graves, os tweeters falam os agudos, os mid-ranges ou drivers falam os médios. Existem falantes que podem até mesmo falar duas freqüências, como os “drivers titanium”, que falam médios e agudos. Uma boa caixa de som é o resultado do funcionamento conjunto desses falantes, em equilíbrio.

Downloads Completos

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

ULTRASONE -- QUANTA MUSIC LANÇA NOVO FONE PARA DJ'S

Informações sobre fones de ouvido:
Existem basicamente dois tipos de emissão de áudio para fones de ouvido: Dinâmicos e eletrostáticos. Os dinâmicos são os mais comuns e os eletrostáticos são equipamentos raramente encontrados e são extremamente caros, porém de excelente qualidade. A diferença contrutiva entre eles é que os dinâmicos emitem som de forma similar aos falantes de caixas acústicas, baseados no princípio de bobinas e partes móveis (sistemas eletromagnéticos) a peça que emite o som chama-se Driver, os fones eletrostáticos emitem som através do sistema eletrostático, que consiste em cargas elétricas de alta tensão direcionadas a um conjunto de placas perfuradas de metal que modulam filmes plásticos entre elas.
Outras diferenças:
Sistema fechado e sistema aberto: O sistema fechado consiste na isolação do som dentro das conchas dos fones de forma que este não escape para fora nem tampouco que sons externos entrem, qualidade muito importante para músicos que gravam em estúdio e DJs, veja estes dois exemplo abaixo:
Ao gravar uma voz sobre uma música o cantor precisa ouvir a trilha enquanto grava. Se o fone é do tipo fechado ele consegue gravar a sua voz escutando a trilha privativamente sem que o microfone capte o som da trilha que ele está escutando, dessa forma o microfone capta apenas o sinal da voz.
DJs precisam usar fones fechados pois estes atenuam a intensidade do som a sua volta (que normalmente é alta) de forma que seja mais fácil ouvir a próxima música que irá tocar ou os ajustes musicais.
O sistema aberto é composto por espaços abertos nas conchas do fone, de forma que o som saia e também que entre sons externos. Esta tipologia favorece o vazamento sonoro e atenua os artifícios causados pela separação dos canais esquerdo e direito do estéreo nos sistemas fechados. Normalmente esta tipologia é a escolha dos usuários mais criteriosos.
Outras diferenças são os fones do tipo in-ear, supraurais ou circumaurais. O primeiro tipo são fones que são diretamente encaixados no canal auditivo. Estes são os que oferecem maior isolamento contra ruídos externos e tem as menores dimensões, portanto são mais discretos; esta tipologia é normalmente usada como monitor de palco. Os supra aurais são aqueles que ficam apoiados na orelha, como os pequenos fones de espuma convencionais, um exemplo é o modelo porta-pro da Koss. Os circumaurais são os que ficam em volta da orelha e consequentemente são maiores. Estes últimos são os mais confortáveis.
Característica linear: É a resposta de frequência do equipamento, ou seja se ele é linear significa que não há desvio na reprodução de frequências dessa forma o som não fica nem mais agudo, nem mais grave ou qualquer outra modificação. Característica essa muito importante para monitoração onde o técnico precisa ouvir o som como ele é para poder equalizar as frequências corretamente. Essa linearidade também é conhecida pelas palavras plana, de referência ou monitor.
Tipos de driver:
Os drivers podem ser feitos de diferentes materiais e consequentemente tem sons diferentes
Estes fones também são dobráveis, facilitando o seu transporte.

Tecnologias exclusivas Ultrasone:
A Ultrasone desenvolveu duas tecnologias importantes que diferenciam seus fones de ouvido de qualquer outro modelo do mercado:
1. ULE (Ultra low emission): Baixa emissão eletromagnética, evitando que o usuário receba ondas eletromagnéticas de baixa frequência geradas pelos campos magnéticos presente nas bobinas dos fones de ouvido dinâmicos convencionais. Este sistema reduz em até 98% a emissão de campos magnéticos.

2. S-Logic: Sistema de posicionamento dos transdutores dentro da concha dos fones de forma que o som seja emitido para a pinnea (vilosidades da orelha) de forma que fique mais natural do que os fones que direcionam o som direto para o canal auditivo. Dessa forma o cérebro recria a sensação de espacialidade e incrementa a dimensionalidade da música de forma única aumentando o palco sonoro evitando a comum sensação do som estar dentro da cabeça dos fones de ouvido convencionais. Outra caracterísitca importante do S-Logic é que este sistema permite a redução da intensidade de volume porém mantendo a mesma sensção de amplitude, resumindo: é possível ter a sensação de estar ouvindo um som no mesmo volume que um fone convencional, mas a emissão sonora na verdadeira é menos intensa, portanto é menor a pressão sonora no tímpano, sendo menos impactante à saúde que nos fones convencionais.
Diferenças entre os modelos da linha:

DJ1 PRO – Fone dinâmico fechado circumaural top de linha com sistema ULE e S-Logic, com volume maior que os convencionais, driver de mylar e cabo destacável com botões de volume individual por canal. Indicado para DJs profissionais.

Características:
- Fone dinâmico fechado
- Dobrável
- Aplicação: DJ’s
- S-Logic TM Natural Surround Sound
- ULE (Ultra Low Emission): reduz em 98% emissão campo magnético com MU Metal
- Impedância: 64 Ohm
- Resposta de frequência: 10Hz-22000Hz
- Nível pressão sonora: 102dB
- Membrana Mylar de 50mm
- 2 Cabos espiral desmontáveis, 1 com controle de volume
- Conectores dourados 6,35 y 3,5mm
- Peso (sem cabo) 295g

DJ1 – Fone dinâmico fechado circumaural com sistema ULE e S-Logic, com volume maior que os convencionais e driver de mylar. Indicado para DJs amadores ou DJs profissionais visando custo.

Características:
- Fone dinâmico fechado
- Dobrável
- Aplicação: DJ’s
- S-Logic TM Natural Surround Sound
- LE (Low Emission): reduz 60% de emissão de campo magnético
- Impedância 64 Ohm- Resposta de frequência: 10Hz-22000Hz
- Nível pressão sonora: 103dB
- Membrana Mylar de 50mm
- Cabo espiral 3 mts desmontável
- Conector dourado 3,5/6,35- Peso (sem cabo) 265g
- CD de demostração incluido

Resumo:
- Sistema ULE
- Sistema S-Logic
- Altíssima qualidade de componentes e de acabamento
- Alto conforto durante várias horas de escuta
- Caixa (DJ1 PRO) e capa (DJ1) em veludo para armazenamento e sachê com silica gel (sistema anti-umidade)
- Colchões das conchas com sistema de encaixe rápido que facilita a troca (apenas DJ1 PRO)
- Cabo destacável e de alta qualidade (prensados à vácuo) (apenas o modelo DJ1 PRO.
- Excelente isolamento acústico.

Conectores de alta qualidade

Suporte telefônico gratuito com um especialista Quanta Service enquanto durar a garantia (1 ano).
Manutenção qualificada e autorizada.







Downloads Completos

sábado, 1 de agosto de 2009

Pacemaker – O equipamento inteiro na palma da mão !





Que tal agitar a festinha de garagem, o churras com os amigos ou fazer sets ao vivo utilizando apenas os dedos ? Pacemaker! A empresa sueca Tonium já andava na boca de meio mundo quando há cerca de um ano apresentou o conceito inicial deste fabuloso aparelho.
Combinando conceitos e produtos tão distintos e ao mesmo tempo tão similares como um leitor multimídia, um mixer, um misto de software dj numa interface de áudio com banco de efeitos e loops, entre outras façanhas, o então batizado PACEMAKER passou a ser um dos “gadgets” mais desejados por DJ’s e amantes da música dançante em geral.


O irresistível “look” do PACEMAKER e a sua textura reforçam ainda mais o universo de possibilidades confinado no interior do tão pequeno – porém poderoso – artigo de luxo no cada vez maior número de acessórios (leia-se “gadgets”) aliados à “cultura mp3″.
Naturalmente, e porque o espaço condiciona a operacionalidade de diversas funções, o PACEMAKER é sensivel ao toque, dispondo de uma série de pequenos botões e sensores no corpo da unidade que funcionam por si próprios ou em combinações entre outros.
São apresentados em 2 versões, diferindo (além do preço) na capacidade de armazenamento e acessórios incluídos. As capacidades são de 60 e 120 GB. Os formatos áudio que comportam são também muito diversificados – MP3, VBR, AAC, WMA,WMA Lossless, OGG, FLAX e WAV.

Se vc já lidou com qualquer tipo de software DJ e/ou trabalhou com um CDJ nos últimos 5 anos, já terá uma boa idéia daquilo que se pode esperar nas características do PACEMAKER. Logo após carregar a música para ele, podem-se selecionar as faixas através do visor e assigná-las para cada um dos dois “decks” virtuais. Cada deck inclui EQ de 3 bandas (Bass, Mid, Hi), Secção de FX (Filter, Echo, Reverb e Roll) e ainda controles de Gain, Pitch, Cue Point, Track Scan e Loop Points. Acerto de batidas é manual (atenção novatos, nada de Auto-Sync!)


Peacemaker

Uma característica única do PACEMAKER é a sua capacidade de gravar e guardar mixagens (ou sets). Para garantir esta situação, bastaria à Tonium resamplear o Output do PACEMAKER para um novo arquivo de áudio e já estaria; em vez disso, o PACEMAKER grava as mixes por memorizar os ajustes que são feitos durante o (mini) set – volume, crossfade, EQ, pitch, etc. – e associa-os nos dados das tuas músicas. Mais tarde, e quando ligado ao seu PC (Mac ou Windows) permite rever toda a sessão, efetuar os acertos necessários, guardar os resultados e partilhá-los legalmente no site do PACEMAKER.


DADOS TÉCNICOS:
- Funcionalidade de Mixagem
- Dynamic beat detection
– Precisão 0.1 BPM
- CUE – Auto-Cue, Set Cue Point.
- Change Pitch
– Alterar velocidade e tonalidade do tema ± 100%- Bend pitch – mudança momentânea de velocidade do tema.
- Crossfader
– Controlo do Line Out e/ou mudança de Pré-escutas.
- Loop – set loop, split loop from end-point, split loop from in-point, exit loop, re-enter loop
- Audio effects – single parameter: hi-cut/lo-cut, two-parameter: roll, echo, reverb- Kill All – reset e relançamento de efeitos.
- EQ – 3-bandas; Graves, Médios e Agudos -26 to +6 dB- Normalized sound
– Nivel igual de áudio para todas as faixas
- Gain – volume pré-amplificação -26 to +6 dB
- Reverse play
- P-switch
DISPLAY:TFT display262.000 colours166 ppi screen resolutionRewind and forward
INPUT / OUTPUT:Line Out – 3.5 mm stereoPhones – 3.5 mm stereoUSB 2.0 – data transfer
Bateria:Transformador dedicado e/ou USB:120 minutos de carga para 18 horas de playback (aprox) ou 5 horas de mixing.
Hard drive:120 GB
Formatos de áudio:MP3, M4A (AAC-LC), AIFF, FLAC, WAV, Ogg Vorbis, SND
Preço sugerido: 599, euros - Previsão de venda no Brasil: Difícil…
E as coisas estão ficando cada vez menores !

Downloads Completos
 
© 2009 Template feito por Guia dos DJ's